#NossoFutebol012 #Fé009 Consolidar vidas: essa é a minha chamada – Parte 2

Consolidar vidas: essa é a minha chamada – Parte 2

Podemos imaginar como fica o coração de Deus quando uma vida é salva? Sabemos que a própria Palavra descreve uma festa no céu, mas, realmente somos capazes de projetar em nossa mente a alegria do Senhor em ver um filho que retorna? Assim como imaginamos a alegria do Senhor em receber um filho é que nos alegramos em receber as almas.

O próprio Pai conquista, converte e consolida aquele que o busca. É pelo Senhor que as pessoas tem enchido as Igrejas e fortalecido o corpo de Cristo. Aquele que não se sente atraído pelo propósito de conquista precisa voltar à ligação com a Videira verdadeira, que é o Pai. Tantas são as pessoas que tem dedicado o tempo e todas as energias às coisas, quando o Senhor nos convoca a amar as vidas, os Seus filhos.

Se a ideia de amor do Pai ainda está nebulosa em sua mente, veja o ensinamento que o Mestre trouxe aos seus discípulos e traz até nos através da parábola do Filho Pródigo:

“A seguir, levantou-se e foi para o seu Pai. ‘Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou’”. Lucas 15:20

Ao ver o filho que voltava, o pai “cheio de compaixão” correu para abraçar e beijar o filho. O coração de pai se enche de compaixão quando vê o filho. É uma condição de pai. Como tem ficado o seu coração quando vê o perdido? O pai sabia que o filho precisava de um abraço e um beijo. Ele começou um momento de cura na alma. Era só o início de uma nova caminhada, e a compaixão do pai o moveu em atitudes de cura.

“Mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar-nos”. Lucas 15:22-23

Ao falar “Depressa!” o pai revela o desejo de brevidade em abençoar. Deus é apressado no dar e nós precisamos desenvolver uma mentalidade veloz no receber de Deus. Deus que nos entregar novas vestes, a fim de nos proteger e nos dar uma nova identidade. O Senhor não pode ver seu filho descalço. Àquela época, somente os escravos andavam descalços. Colocar um par de sandálias era um poderoso sinal profético de libertação. O anel que agora estava nos dedos representava o retorno à família.

A morte de Jesus devolveu a vida àqueles que estavam mortos. A cruz é o sacrifício, a cura para a humanidade. Você se lembra da Paz que sentimos quando estamos próximos ao Pai? É isso que um verdadeiro Encontro com Deus traz ao nosso coração. O coração do Pai está cheio de compaixão, e Ele tem vida eterna e abundante para entregar a todos os seus filhos.

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